sábado, 14 de março de 2009

2 a.m.

- Eish, sabias que os egipcíos tiravam o cérebro ás pessoas pelo nariz?
- Sim, sabia! Que nojo.
- Ya, e depois enrolavam-nos em papel higiénico, qual é a cena? Aposto que era Renova!



Existe mesmo gente que.... epah não!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

E quando nos dá vontade de escrever coisas parvas? Hoje apetece-me, mas não sei o que escrever... Sim sim, se me apetece escrever coisas parvas, á partida já tenho alguma coisa em mente... Mas o mais giro é que não tenho. Simplesmente apetece-me!

  • Já está parvo o suficiente? I guess so.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Feeling you...

É esquisito como alguém se torna tão 'nosso' em tão pouco tempo... É esquisito, mas não o deixo de sentir. E cada vez te sinto mais meu porque não vejo outra razão para cada vez me custar mais deixar-te ir embora, por cada vez sentir mais a tua falta.
Acho que tens um grande bocado meu e confio em ti para o guardares bem.
As palavras são tão poucas para conseguir dizer o que quero... acho que não tenho mesmo mais nenhuma opção senão mostrar, porque dizer torna-se impossível.
Nós, humanos, nunca conseguimos falar a linguagem do coração, por enquanto. Vamos sentir então...
Partir numa caminhada onde não há nem mais nem menos, onde há apenas nós e onde apenas nos sentimos, sem explicações.

<3

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009



(...) Foste chegando de mansinho, e eu nem me apercebi, até dar conta que sem ti se tornava tudo mais difícil. Quando as coisas apertavam, eu perguntava-me: Onde é que está a Sara que acaba as minhas frases? A Sara que percebe tudo apenas por um olhar? A Sara que costuma estar naqueles momentos? A Sara que dá gosto ouvir rir? A Sara que tem sempre um consolo ou um motivo para sorrir? A Sara que vê sempre um lado positivo até num dia de tempestade sem chapéu de chuva? A Sara... A minha Sara. E ao fim dum tempo a fazer estas perguntas, descobri onde estavas. Estavas mesmo aqui no meu coração e eu não tinha percebido. (...)

E hei-de estar sempre, sempre!

Amo-te, melhor amiga.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Fear

O medo.
O medo.
Uma coisa que sempre esteve tão presente em mim.
Medo de falar, medo de ouvir, medo de dar, medo de receber, medo de falhar, medo de conseguir, medo de mostrar, medo da verdade, medo da mentira (...) enfim... medo.
Mas cada vez mais sinto que estou a perder esse medo, até porque não há nada a temer.
Os monstros debaixo da cama e dentro do armário só existem na nossa cabeça e é como os outros medos, só existem na nossa cabeça. Sim, é isso.
E porque todos nós precisávamos de tirar um papel á sorte, abri-lo e ler "Não tenhas medo!", e que nos oferececem umas pantufas vermelhas para que possamos seguir o nosso caminho. E eu já tenho as minhas para poder seguir o meu, que cada vez mais tenho a certeza de ser o certo. Sem medos.

domingo, 7 de dezembro de 2008

(...)

Senti-Lo assim tão perto...
Já estava a precisar de momentos assim.
Ver o orgulho e a felicidade das pessoas por acreditarem , por sentirem o mesmo que eu, epah não tenho explicação. Não tenho mesmo.
E as pessoas espectaculares que me aturaram o dia inteiro? Essas então, por mais que queira explicar o quanto se tornaram importantes num tão curto espaço de tempo, não consigo. É daquelas coisas que só os gestos e momentos como os de ontem explicam.
Só de pensar no que eu perdi durante todo este tempo...
Ele sempre esteve comigo, sempre me pegou ao colo e eu não vi/senti (ou não queria ver/sentir...).
E as lágrimas caiem-me. Mas caiem de uma maneira diferente, são lágrimas felizes, orgulhosas, são sinal de que Ele existe, de que sabe o que faz.
No entanto foi há um mês e pouco atrás... Quem diria?



(...)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008


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