domingo, 7 de dezembro de 2008

(...)

Senti-Lo assim tão perto...
Já estava a precisar de momentos assim.
Ver o orgulho e a felicidade das pessoas por acreditarem , por sentirem o mesmo que eu, epah não tenho explicação. Não tenho mesmo.
E as pessoas espectaculares que me aturaram o dia inteiro? Essas então, por mais que queira explicar o quanto se tornaram importantes num tão curto espaço de tempo, não consigo. É daquelas coisas que só os gestos e momentos como os de ontem explicam.
Só de pensar no que eu perdi durante todo este tempo...
Ele sempre esteve comigo, sempre me pegou ao colo e eu não vi/senti (ou não queria ver/sentir...).
E as lágrimas caiem-me. Mas caiem de uma maneira diferente, são lágrimas felizes, orgulhosas, são sinal de que Ele existe, de que sabe o que faz.
No entanto foi há um mês e pouco atrás... Quem diria?



(...)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008


« You make it easier when the life gets hard »

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Desafio

A Amiga Colorida passou-me um desafio que consiste em dizer a nossa maior qualidade e o nosso maior defeito. Bem... defeitos tenho alguns, mas talvez o que se destaque mais seja a teimosia.
Todos nós temos o nosso quê de teimosia mas a minha ás vezes irrita, confesso :P
Qualidade... bem, deixo isso para os que me conhecem! Aceitam.se sugestões..

Passo o desafio a quem quiser aceitar ;D












« (...) Mas onde tudo morre, tudo pode renascer (...) »

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

So...

Há que notar que já tenho o blog desde Fevereiro e só postei uma mão cheia de vezes!
Imperdoável.
Prometo que vou tentar passar a dar mais atenção a este cantinho.



(And «The change has come to America» Parabéns ao senhor novo presidente dos USA :P)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

« Nunca dei um passo

Que fosse o correcto

Eu nunca fiz nada

Que batesse certo (...) »

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A brisa com o teu cheiro passou.
Eu quando o reconheci nem queria acreditar que estavas novamente perto.
Perto de mim, perto de ocupares o meu coração outra vez, perto o suficiente para sentir o teu cheiro, para te sentir a ti.
De repente, senti o teu toque…
Sim, era ele, o teu toque suave na minha pele.
Senti qualquer coisa, mas não sabia o que era. Parecia que o teu toque me havia preenchido de calor, de felicidade, de conforto.
Naquele instante, naquele segundo, só queria estar perto de ti, queria tocar-te, queria sentir o calor do teu corpo junto a mim.
Porém, quando deixei de sentir o teu toque, o teu calor, senti-me vazia. Senti a falta do que me tinha preenchido á um segundo atrás.
E aí percebi, que não queria sentir mais o vazio que sentia agora. Percebi que te queria sempre aqui comigo, para me preencheres, percebi que me fazias falta e que sim, tinhas entrado no meu coração outra vez.





SaraCunha.

( O texto é um tanto ou quanto antigo, mas a minha melhor amiga pediu para postar por isso cá está ele. ) @



terça-feira, 10 de junho de 2008

Depois de tantas explicações, de tanto ouvir, de tanto repetir as mesmas coisas, de tanto tentar perceber o outro lado, de tanto tentar dar a entender o meu, gastei as palavras. Gastei todos os argumentos válidos que tinha.
Tudo o que disse, tudo o que tentei perceber não valeu a pena.
Por isso sinto.me vazia. Vazia porque já não tenho mais nada para dizer, não tenho mais nada para explicar. Mas ao mesmo tempo sinto.me aliviada [como já não me sentia há muito] por saber que tudo o que disse foi sincero e que apesar de não ter valido de nada eu saiba que a culpa disso não é minha! A culpa é da falta de compreensão de uns e da influência e manipulação de outros.
Até posso ter perdido uma amizade para sempre mas para variar vou ser orgulhosa e não vou deixar que façam de mim o que querem como dantes.
Com isto tudo percebi que tinha de mudar a minha atitude em relação a isto. E vou conseguir mudar, custe o que custar.
Não preciso de andar a implorar atenção nem amizade a ninguém. Como se diz, só faz falta quem cá está.
Os verdadeiros amigos nunca me iram deixar. Uma das poucas certezas que tenho neste momento.
Com a frequência com que tenho tido desilusões, aprendi a dar.lhes menos importância, até porque vou ter que lidar com elas toda a minha vida e mesmo que não queira vou ter que aprender a viver com elas. Ninguém é perfeito e as desilusões são uma constante.
Para mim, este assunto está enterrado, bem fundo!




SaraCunha.